<T->
          LNGUA PORTUGUESA
          BEM-TE-LI -- 1 srie
          Ensino Fundamental
          
          Angiolina Bragana
          isabella Carpaneda

          Impresso em 2 partes na 
          diagramao de 28 linhas de 34 caracteres.
          
          Segunda Parte

          Ministrio da Educao
          Instituto Benjamin Constant
          Av. Pasteur, 350-368 -- Urca
          22290-240 Rio de Janeiro 
          RJ -- Brasil
          Tel.: (21) 3478-4400
          Fax (21) 3478-4444
          E-mail: ~,ibc@ibc.gov.br~, 
          -- 2007 --

<P>
          (C) Copyright Angiolina 
          Domanico Bragana, Isabella 
          Pessoa de Melo Carpaneda, 2005

          ISBN 85-322-5507-8

          Editora: Maria Ceclia Mendes de Almeida
          Editora assistente: Helena de Brito
          Coordenao: Snia Oddi

          Todos os direitos de edio 
          reservados  EDITORA FTD S.A.

          Matriz: Rua Rui Barbosa, 156 (Bela Vista) So Paulo -- SP
          CEP 01326-010 
          Tel. (11) 3253-5011
          Fax (11) 3284-8500 r. 243
          Internet: ~,http:www.ftd.com.br~,
          ~,E-mail: portugues@ftd.com.br~,
<p>
                               I
Sumrio

 Segunda Parte

 Unidade 7

 Leitura 1: A cigarra e 
  as formigas I :::::::::::: 131
 Leitura 2: A cigarra e 
  as formigas II :::::::::: 136
 Gramtica: Uso de 
  dois-pontos e travesso ::: 143
 Leitura ouvida: A reunio 
  geral dos ratos ::::::::::: 146
 Produo ::::::::::::::::::: 146
 Ortografia: Palavras com 
  *gu* e *qu* ::::::::::::::: 147
 
 Unidade 8

 Leitura 1: O jacar, o 
  papo e o truque ::::::::::: 148
 Leitura 2: Cartaz :::::::: 156
 Gramtica: Palavras no 
  singular e no plural :::::: 159
 Ortografia: Palavras com 
  *h* inicial ::::::::::::::: 161
 Leitura 3: Projeto 
  Tamar :::::::::::::::::::: 162
 Produo ::::::::::::::::::: 164
 Leitura ouvida: Tatu-
  -canastra ::::::::::::::::: 166
 
 Unidade 9

 Leitura 1: Que bicho 
  ser que fez o buraco? :::: 168
 Gramtica: Aumentativo e 
  diminutivo das palavras ::: 176
 Leitura 2: Construtores 
  da natureza ::::::::::::::: 180
 Produo ::::::::::::::::::: 184
 Ortografia: Palavras com 
  *nh*, *ch* e *lh* ::::::::: 186

 Unidade 10

 Leitura 1: O Puxap ::::: 188
 Gramtica: Caractersticas 
  dos nomes ::::::::::::::::: 198
 Leitura 2: Quem tem 
  medo de qu? :::::::::::::: 202
 Leitura ouvida: A coisa ::: 204
<p>
                             III
 Produo ::::::::::::::::::: 205
 Ortografia: Palavras 
  com *r* ::::::::::::::::::: 205
 
 Unidade 11

 Leitura 1: Queremos Natal 
  com Papai Noel! ::::::::: 210
 Produo ::::::::::::::::::: 221
 
 Leitura 2: Cumprimentos 
  natalinos ::::::::::::::::: 224
 Leitura 3: Anncio ::::::: 225
 Gramtica: Nomes femininos 
  e masculinos :::::::::::::: 227
 Ortografia: Palavras com 
  *l* e *r* ::::::::::::::::: 232
<F+>
<p>
<Tbem-te-li 1 srie>
<134>
<T+131>
<R+>
 Unidade 7

 Antes da leitura
<R->

  Em muitas histrias, os animais so personagens e apresentam 
caractersticas prprias dos seres humanos: so honestos, vaidosos, 
malvados, sinceros, generosos, egostas.
  Se os animais abaixo fossem personagens de histrias, que 
caractersticas humanas voc daria a eles?
<R+>
 pavo -- .....
 leo -- ..... 
 raposa -- .....
 coelho -- .....
 tartaruga -- .....
<R->

<135>
 Leitura 1

<R+>
 A cigarra e as formigas
<R->

  Num belo dia de inverno as formigas estavam tendo o maior trabalho 
para secar suas reservas de trigo. Depois de uma chuvarada, os gros 
tinham ficado completamente molhados. De repente aparece uma cigarra:
   Por favor, formiguinhas, me dem um pouco de trigo! Estou com uma 
fome danada, acho que vou morrer.
  As formigas pararam de trabalhar, coisa que era contra os 
princpios delas, e perguntaram:
   Mas por qu? O que voc fez durante o vero? Por acaso no se 
lembrou de guardar comida para o inverno?
   Para falar a verdade, no tive tempo  respondeu a cigarra.  
Passei o vero cantando!
<136>
   Bom... Se voc passou o vero cantando, que tal passar o inverno 
danando?  disseram as formigas, e voltaram para o trabalho dando 
risada.
<p>
  *Moral da histria: Os preguiosos colhem o que merecem*.

<R+>
 Russell Ash e Bernard Higton (compilao). *Fbulas de 
  Esopo*. So Paulo, Companhia das Letrinhas, 1997.
<R->

 Esopo

  Esopo foi um contador de fbulas que viveu h mais de 2.500 anos. 
Segundo alguns historiadores, Esopo era escravo de uma famlia de 
nome Iadmon. Contam que ele seria aleijado, teria dificuldades de 
fala e que seria protegido do rei Creso. Se Esopo existiu ou no  
coisa que no se sabe, mas as fbulas a ele atribudas vm sendo 
contadas h sculos com muito sucesso no mundo todo.
  Entre as fbulas mais conhecidas de Esopo esto: A lebre e a 
tartaruga, O sapo e o boi, O leo e o ratinho, A raposa e as 
uvas, O homem, seu filho e o burro, alm de A cigarra e as 
formigas.

<137>
<R+>
 Explorao escrita
<R->

  Responda.
<R+>
 a) De acordo com o texto, para que as formigas reservaram comida 
durante o vero?
 b) A cigarra fez o mesmo? Por qu?
 c) E que conseqncia isso trouxe para ela?
 d) O que voc achou da atitude das formigas? Por qu? 
 e) O que voc acha que aconteceu com a cigarra? Por qu? 
<R->

<138>
 A questo 

  D a sua opinio sobre a questo abaixo.
  Voc  contra a atitude das formigas ou  a favor?
  Quando damos nossa opinio,  comum algumas pessoas no concordarem 
com ela. Nesse caso, pode haver uma discusso. Mas ateno: no  
briga; discusso  troca de idias,  debate. Em uma discusso, o 
importante :
<R+>
  *dar* a sua opinio e *ouvir* a opinio dos outros;
  *concordar* com a opinio do outro se achar que ela  vlida;
  *discordar* se achar que a opinio do outro no  correta;
  explicar *por que discorda* da opinio da outra pessoa ou *por que concorda* com ela.
<R->

  Quando voc estiver debatendo com algum, lembre-se:
<R+> 
 1- Oua com ateno a opinio da outra pessoa.
 2- No interrompa: deixe-a terminar de falar o que pensa.
 3- Se a outra pessoa tentar interromper o que voc estiver dizendo, 
pea-lhe que espere voc terminar de falar.
 4- Ao falar, no grite. Fale com calma e com clareza.
<R->

<139>
<p>
  Agora registre a sua opinio. 
<R+>
 Sou ..... porque .....
<R->

  Leia sua resposta para a classe e oua as respostas de seus colegas. Anote cada opinio contra ou a favor.
  A maioria das respostas da classe coincide com a sua?

<140>
 Leitura 2

<R+>
 A cigarra e as formigas
<R->

  Havia uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao p dum 
formigueiro. S parava quando estava cansadinha; e seu divertimento 
ento era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas.
  Mas o bom tempo afinal passou e vieram as chuvas. Os animais todos, 
arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas.
  A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em 
grandes apuros, deliberou socorrer-se de algum.
  Manquitolando, com uma asa a arrastar, l se dirigiu para o 
formigueiro. Bateu  tique, tique, tique...
  Aparece uma formiga friorenta, embrulhada num xalinho de paina.
   Que quer?  perguntou, examinando a triste mendiga, suja de lama 
e a tossir.
   Venho em busca de agasalho. O mau tempo no cessa e eu...
  A formiga olhou-a de alto a baixo.
   E que fez durante o bom tempo, que no construiu sua casa?
<141>
  A pobre cigarra, toda tremendo, respondeu depois dum acesso de 
tosse:
   Eu cantava, bem sabe...
   Ah!... exclamou a formiga recordando-se. Era voc ento que 
cantava nessa rvore enquanto ns labutvamos para encher as tulhas?
   Isso mesmo, era eu...
   Pois entre, amiguinha! Nunca poderemos esquecer as boas horas que 
sua cantoria nos proporcionou. Aquele chiado nos distraa e aliviava 
o trabalho. Dizamos sempre: que felicidade ter como vizinha to 
gentil cantora! Entre, amiga, que aqui ter cama e mesa durante todo 
o mau tempo.
  A cigarra entrou, sarou da tosse e voltou a ser a alegre cantora 
dos dias de sol.
  
  *Moral da histria: Os artistas  poetas, pintores, msicos  so as 
cigarras da humanidade*.

<R+>
 Monteiro Lobato. *Fbulas*. So Paulo, Brasiliense, 1960.

 Monteiro Lobato
<R->

  Monteiro Lobato nasceu em Taubat, Estado de So Paulo, em 1882, e 
 considerado um dos maiores escritores brasileiros. Seus textos j 
foram apresentados na televiso e no teatro. Criou personagens muito 
famosas, como Narizinho, Pedrinho, Emlia, Dona Benta, Tia Anastcia, 
Visconde de Sabugosa e Marqus de Rabic.
  So de sua autoria os livros: *Reinaes de Narizinho, Caadas de 
Pedrinho, O saci, Viagem ao cu, Memrias de Emlia* e muitos outros. 
Com essas histrias, o p de pirlimpimpim continua a transportar 
crianas do mundo inteiro ao Stio do Picapau Amarelo, onde no h 
horizontes limitados por muros de concreto e idias acanhadas.

<142>
<R+>
 Explorao oral

 1 Conte com suas palavras a fbula do texto 2.
 2 O autor original da fbula A cigarra e as formigas  Esopo ou 
Monteiro Lobato? Como voc descobriu isso?
 3 O que significa a expresso sublinhada que aparece na frase abaixo?
  Entre, amiga, que aqui ter *cama e mesa* durante todo o mau tempo.
<R->

<R+>
 Explorao escrita

 1. Responda. Os cantores, os poetas, os pintores e os msicos
podem ser considerados as cigarras da
humanidade. Voc concorda com isso? Por qu?
 2. Escreva e depois conte para os seus colegas o nome de alguns 
artistas que alegram a sua vida.
 
<143>
 Leitura comparada 

 1. Responda.
 a) Qual  a principal diferena entre a fbula de Esopo e a de 
Monteiro Lobato?
 b) De qual final voc gostou mais? Por qu?

 2. Copie a moral de cada fbula. Depois, comente-as com seus colegas.
 a) fbula de Esopo .....
 b) fbula de Monteiro 
  Lobato .....

 3. Voc leu duas verses de A cigarra e as formigas. Que outra 
soluo voc daria para o final da histria? Qual seria a moral? 
Escreva.

<144>
Expresso oral
<R->

  Seu professor vai dividir a classe em dois grupos. Um vai 
dramatizar a fbula de Esopo, e outro, a fbula de Monteiro 
 Lobato.
  Elejam quem vai ser o narrador, quem vai representar a cigarra e
as formigas. Caprichem no ensaio
e apresentem a pea para os seus colegas. Se esquecerem alguma fala, 
improvisem.

<R+>
 Dicas de leitura

  *Fbulas*
  Mary Frana -- Editora tica

  *Fbulas de Esopo* 
  -- Russell Ash e Bernard Higton (compilao) 
  -- Companhia das Letrinhas

  *Formigamiga e Cigarragarra*
  Rogrio S. Trezza -- Editora Brinque Book

<145>
 Pesquise

 1. Observe a descrio da foto.

_`[{uma cigarra no tronco de uma rvore_`]

 2. Voc j ouviu uma cigarra cantar? Gostou?
 3. Pergunte s pessoas de sua famlia o que sabem sobre esse 
interessante inseto e anote para no esquecer. Depois, conte para os 
seus colegas o que voc achou mais curioso.

<146>
<p>
 Vamos recordar

 1. Leia.
  Este  o livro de fbulas.
  Este  o livro de fbulas?
  Este  o livro de fbulas!

 2. Observe as falas e responda. 
 a) O que h de semelhante?
 b) O que h de diferente?
 c) As frases tm o mesmo sentido, ou seja, querem dizer a mesma 
coisa? Por qu?
<R-> 
  
  Converse com seu professor e colegas sobre as respostas que voc 
deu. Se necessrio, corrija-as.

<147>
 Gramtica

<R+>
 1. Leia os dilogos.

_`[{histria, em quadrinhos, da formiga e a cigarra, com as falas dos personagens escritas dentro de bales_`]

 A --  
<R->
  O que voc quer?
  Eu preciso de comida e de um lugar quentinho.

 B --
  A formiga perguntou para a cigarra: 
   O que voc quer?
  A cigarra, tremendo de frio, respondeu:
   Eu preciso de comida e de um lugar quentinho.

<R+>
 2. Troque idias com seu professor e colegas e responda oralmente.
 a) O que  um dilogo? 
 b) Quem so as personagens dos dilogos que voc leu?
 c) Que mudanas voc percebeu no dilogo B em relao ao dilogo A?

<148>
 3. Responda. Para que foram usados os dois-pontos (:) e o travesso (--) no dilogo B?
<R-> 
 Dois-pontos .....
 Travesso  .....

<R+>
 4. Leia e imagine que a pergunta foi feita pelo seu professor. Responda-a.
<R->
  Na sua opinio, alm dos cantores, que outros profissionais podem 
alegrar a vida das pessoas?
 Resposta:

  Agora, reescreva a resposta que voc deu, sem usar o balo.
  Que sinal voc usou para substituir o balo?

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<149>
<R+>
 5. Continue como quiser o dilogo entre a cigarra e a formiga. Observe o uso dos dois-pontos e no se esquea de usar o travesso.
<R->
  A formiga perguntou para a cigarra:
  -- O que voc quer?
  A cigarra, tremendo de frio, respondeu:
  -- Eu preciso de comida e de um lugar quentinho.
  A formiga disse: .....
  Ento, a cigarra 
 respondeu: .....
  A formiga falou: .....

<150>
  Ilustre a sua histria.

<R+>
 Leitura ouvida
<R->

  Seu professor vai contar a fbula A reunio geral dos ratos. 
Oua-a com ateno.

<151>
 Produo

  Converse com a classe sobre o texto A reunio geral
dos ratos. Discutam e busquem uma soluo sobre quem
poderia pendurar a sineta no pescoo do gato e como faria
isso. Criem um final para a histria. Seu professor ir
escrever na lousa a histria que vocs vo contar.
  Se quiser, copie o final criado por vocs.

<152>
 Ortografia 

<R+>
 1. Descubra uma maneira de separar as palavras abaixo em dois grupos.
<R->
  caranguejo -- queda -- moleque -- guizo -- sangue -- gua -- 
 quieto -- quitanda -- lngua -- 
 querida -- quero -- guindaste
  Conte para os seus colegas que critrio voc usou para separar as 
palavras. 

<153>
<R+>
 2. Escreva as palavras que seu professor ditar.
 palavras com *gu* 
 palavras com *qu*
<R->

               oooooooooooo

<154>
<p>
<R+>
 Unidade 8

 Antes da leitura
<R->

  Responda oralmente.
<R+>
 a) O que voc acha que quer dizer "animal em extino"?
 b) Na sua opinio, alguns dos animais abaixo esto em extino? Quais?
 urubu-rei -- ariranha -- 
  lobo-guar -- tamandu-bandeira -- ararinha-azul -- mico-leo-
  -dourado -- baleia jubarte -- ona-pintada -- jacar-de-
  -papo-amarelo 

 Leitura 1

 O jacar, o papo e o truque
<R->

  Muitos caadores andavam atrs do jacar-de-papo-amarelo.
  (...)
  O que o jacar menos queria era virar bolsa de madame ou carteira de 
dinheiro.
  Vivia de olho aberto. Se dormia, fechava s um olho.
  Ele no era nada bobo.
  Quando os caadores se aproximaram do rio, os jacars combinaram um 
truque.
  "Vamos pintar o papo do nosso amigo!"
  E assim o amarelo virou verde.
  Sem encontrar os jacars-de-
 -papo-amarelo, os homens deram meia-volta. 
  Os jacars riram com aquela boca enorme.
  Fim de papo.

<R+>
 Arnaldo Niskier. *O jacar, o papo e o truque*. Petrpolis, Vozes, 1993.

 Arnaldo Niskier
<R->

  A grande preocupao de 
 Arnaldo Niskier  a preservao do meio 
ambiente. Por isso, muitos de seus livros abordam esse tema, dentre 
eles: *Liberdade para as araras-azuis, A repblica das savas* e a 
Coleo Eco, da qual fazem parte os ttulos: *A arara e o cu azul, O 
boto e a bota, O gavio ferido, Quem tem medo da ariranha*? e *O 
jacar, o papo e o truque*, que voc acabou de ler.
  Alm de escritor, Arnaldo Niskier  professor da Universidade do 
Estado do Rio de Janeiro e membro da Academia Brasileira de Letras.

<158>
<R+>
 Explorao oral
<R->

<R+>
 1 Voc j viu um jacar?
 2 Sabe onde os jacars vivem e o que comem?
 3 Na sua opinio, qual foi a inteno do autor ao escrever esse 
texto?
 4 Comente o ttulo do texto, relacionando-o com a histria.
 5 Voc gostou da histria? Por qu?
 6 Essa histria poderia ter acontecido na vida real? Por qu?
 7 Conte com suas palavras o que  um animal ameaado de extino.

 Explorao escrita

 1. Responda.
 a) Qual  o nome cientfico do jacar-de-papo-amarelo?
 b) Para que os caadores estavam  procura do jacar-de-papo-amarelo?
<159>
 c) Por que foi escolhida a cor verde para pintar o papo do jacar?
 d) Na frase "*Ele* no era nada bobo", a quem se refere a palavra *ele*?

 2. Destaque a resposta certa. Para os caadores, a pele do jacar comum tinha o mesmo valor que a 
do jacar-de-papo-amarelo?
 sim -- no
<R->
 
  Destaque do texto a frase que confirma a sua resposta.

<R+>
 3. Responda. Como termina a histria?
 4. Troque idias com seu professor e colegas e responda. Na sua opinio,  importante tomar conhecimento de que alguns animais esto ameaados de extino? Por qu?

<160>
 A palavra e o contexto 
<R->
 
 1. Leia.
  (truque) "Quando os caadores se aproximaram do rio, os jacars 
 combinaram um *truque*."

  Significados: 
<R+>
 a) ato de fazer alguma coisa de maneira habilidosa, surpreendendo as pessoas;
 b) ao feita para enganar o inimigo: ardil, tramia, astcia.
<R->  
  Com que significado a palavra truque foi usada no texto?
  Faa uma frase usando a palavra truque de acordo com o significado *a*.

 2. Leia.
  (papo) "Vamos pintar o *papo* do nosso amigo."

  Significados:
<R+>
 a) bolsa que fica abaixo do pescoo das aves, onde a comida pra por algum tempo;
 b) parte de cima do peito dos jacars, perto do pescoo;
 c) conversa animada e despreocupada;
 d) mentira que se diz para ganhar importncia: lorota;
 e) estmago, barriga.
<R->

<161>
  Marque com que significado a palavra papo foi usada no texto.
<R+>
 a -- b -- c -- d -- e
<R->

  A palavra papo d origem a vrias expresses. Converse
com seus colegas sobre o significado de cada expresso
abaixo. Depois, escolha uma delas e faa uma frase.
<R+>
 papo furado -- fim de papo -- 
  estar no papo -- de papo pro ar

 3. Reescreva as frases, substituindo as palavras sublinhadas por 
outras, sem mudar o sentido em que foram usadas no texto.
 a) O jacar vivia *de olho aberto*.
 b) O jacar no *era nada bobo*.

 Pesquise

 1. Voc vai fazer uma pesquisa sobre animais em extino para expor 
no mural da classe. Pesquise com seus colegas em revistas, livros ou 
na Internet.
<162>
 2. Escolha um animal e encontre as seguintes informaes:
  nome do animal;
  onde vive;
  como ele ;
  qual  a sua alimentao;
  a causa da ameaa de extino.
  
 3. Fale aos seus colegas sobre o animal que voc pesquisou. 
<R->
 Na Internet
  Neste *site* voc encontrar mais informaes sobre a WWF: ~,www.wwf.org.br~,

<R+>
 4. Veja como ficou a pesquisa de um aluno sobre o lobo-guar.

 Lobo-guar
 
 Nome cientfico: *Chrysocyon brachyurus*
<R->

  O lobo-guar tem o plo marrom-avermelhado, as orelhas e a ponta da 
cauda brancas, e as pernas -- bastante compridas -- de cor preta.
  O lobo-guar gosta de andar sempre sozinho pelos campos e  
encontrado no Planalto Central, principalmente em Gois.
  Os caadores perseguem esse animal por acharem que ele ataca os 
galinheiros. Na verdade, o guar prefere alimentar-se de vegetais, 
frutas doces e de pequenos roedores e pssaros.

<163>
<R+>
 Leitura 2

 Leia. 

_`[{foto de duas araras: uma viva e outra de pelcia, com o texto
  a seguir_`]
<R->
  
  Se as pessoas continuarem comprando animais silvestres, um dia este bichinho de pelcia ser o nico representante de sua espcie.  
  Animais silvestres. Quem ama no compra.

<R+>
 Explorao oral
  
 1 Que tipo de texto  esse?
 2 E para que serve?
 3 Onde, normalmente, ele costuma aparecer? Por qu?
 4 Voc observou que esse tipo de texto  bem ilustrado, escrito com 
letras grandes e com mensagens geralmente curtas. Na sua opinio, por 
que isso acontece?

<164>
 Explorao escrita

 1. Registre o que voc aprendeu sobre o que  um cartaz. 
 2. Responda.
 a) Na sua opinio, para que serve esse cartaz?
 b) Na sua opinio, esse cartaz convence as pessoas a no comprar animais silvestres? Por qu?

 3. Leia este outro cartaz.

_`[{foto de um macaco, dividida em trs partes, com o texto a seguir_`]
<R->
  Comprar animais silvestres no  legal.

<165>
<R+>
 4. Agora, troque idias com seus colegas e responda. A expresso "no  legal" foi usada com duplo sentido. Quais so eles?
 5. Leia e discuta com seu professor e colegas. 
<R->
  
  A soluo. 
  Voc pode fazer algo para mudar isso: no compre animais silvestres.
  No  legal para eles.
  No  legal para voc.
  Se voc j tem um animal, cuide bem dele. Mas no compre outro. Se encontrar algum vendendo, avise o IBAMA. Se ningum mais comprar, os tradicantes tero que mudar de atividade e milhes de animais deixaro de ser sacrificados!
  Comprar animais silvestres no  legal.  

 Dicas de leitura

<R+>
  *Coleo Bichos em perigo*
<R->
  Rosana Rios -- Editora 
 Scipione
<R+>
  *Coleo SOS Natureza*
<R->
  Luiz Gouva de Paula e Cia 
 Fittipaldi -- Ed. FTD

<166>
<p>
 Gramtica
  
<R+>
 1. Leia o ttulo das notcias de jornal e responda oralmente.
<R->
  No zoolgico de Braslia, crianas j podem visitar a bonita ona 
que nasceu h trs meses.

  IBAMA solta canrios que iam ser vendidos e levados para fora do 
Brasil
<R+>
 a) Quantas onas nasceram no zoolgico?
 b) Como voc descobriu? 
 c) Quantos canrios foram soltos?
 d) Como voc descobriu?
<R->

<167>
<R+>
 2. Copie o nome dos animais que aparecem nas manchetes.
<R->
 Jornal A .....
 Jornal B .....
<p>
<F->
!:::::::::::::::::::::::
l  O *singular* indica _
l  um s elemento.      _
l  O *plural* indica   _
l  mais de um elemento. _
h:::::::::::::::::::::::j
<F+>

 3. Leia.
  
  Eu estava brincando no quintal, quando vi aquela linda ave pousar 
no cajueiro. Com seu enorme bico, o tucano procurava cajus maduros 
para se alimentar. Fiquei quieto, observando, pois no queria 
assust-lo. Mas logo foi embora, talvez para no correr o risco de 
ser capturado.

  Complete o texto, imaginando que mais de uma pessoa viu mais de um 
tucano.
<R+>
 Ns ..... brincando no quintal, quando vimos aquelas ..... no cajueiro. Com seus ....., os ..... cajus maduros para se ..... Ficamos ....., observando, pois no queramos ..... Mas logo ..... embora, talvez para no ..... o risco de ser ..... 
<R->

<168>
<R+>
 Ortografia

 1. Junte-se a um colega, pesquisem palavras comeadas com *h* e 
escreva-as.
 2. Responda oralmente s questes de seu professor e depois registre 
as suas descobertas.
 a) Que letras aparecem depois do *h* inicial?
 b) O que aconteceria com a pronncia dessas palavras se fosse 
retirado o *h*?
<R->

<169>
<p>
<R+>
 Leitura 3

 Leia.

 Projeto Tamar
 
 Tamar = Tartaruga marinha
<R->
  
  Entre os projetos brasileiros de proteo da flora e da fauna, "Tamar"  um elo exemplo de cuidado, carinho e inestimvel esforo pela preservao das tartarugas marinhas. Ele  desenvolvido ao longo dos mil quilmetros de praias que se estendem desde 
 Sergipe at o Esprito Santo, e nas ilhas ocenicas de Ubatuba, no litoral paulista.
  (...) As tartarugas sobreviveram a todas as transformaes do 
planeta, exceto s que trouxeram o homem moderno. No litoral 
brasileiro, o principal risco era, at o surgimento do projeto, o 
roubo de praticamente todos os ovos e a matana indiscriminada das 
fmeas ao subirem s praias para a desova (os machos permanecem na 
gua!).

<170>
<R+>
 Tratamento especial
<R->

  No Brasil, pouco se sabia sobre as tartarugas at 1980, data do 
surgimento do Projeto 
 Tamar, que passou a registrar as principais 
reas de desovas e instalou as suas bases de pesquisa e proteo. A 
conservao exige um cuidado permanente. Por isso, no perodo de 
desova (poca em que as tartarugas pem seus ovos em buracos na
areia), as praias so patrulhadas todas as noites. (...)
  Algumas desovas so deixadas no prprio local de postura e 
sinalizadas com balizas numeradas que permitem o mapeamento desses 
stios. Parte dos ninhos so transferidos para locais protegidos 
(...).
  Alm disso, pescadores so contratados para a fiscalizao e para 
transferir desovas de locais que ofeream riscos para "cercados" de 
incubao. Cada pescador percorre 5 quilmetros de praias por dia. 
Graas  conscientizao das comunidades litorneas, os ninhos em 
vrias praias no precisam mais ser transferidos. (...)

<R+>
Revista *Cidade Nova*, maio de 1995.
<R->

  Responda oralmente.
<R+>
 Voc conhece outros animais que esto sendo criados em cativeiro 
para garantir a manuteno da espcie?
<R->

<171>
<R+>
 Produo

 1. Junte-se a outros colegas e imaginem que vocs trabalham no IBAMA, 
rgo do governo responsvel pela preservao do meio ambiente, e 
foram encarregados de criar um cartaz para alertar as pessoas sobre a 
ameaa de extino de alguns animais.
 2. Lembrem-se do que foi discutido sobre como deve ser um cartaz para 
conseguir chamar a ateno e ser convincente. Procurem se organizar, escolhendo as frases mais adequadas, o tipo 
de letra, as cores e as ilustraes que iro compor o cartaz.
 3. Antes de considerarem o trabalho concludo, analisem se ele est 
bem ilustrado, se as frases so curtas para que as pessoas, mesmo 
caminhando, possam l-las e se o tamanho das letras permite a leitura 
a distncia.

<172>
 Expresso oral
<R->

  Com os cartazes prontos,  hora de conversar sobre a exposio 
deles nas dependncias da escola. Como a Direo precisa ser informada
para autorizar o evento,  preciso ter tudo resolvido e combinado 
antes de falar com ela.
  Primeiro, com a ajuda do professor, a classe deve definir:
<R+>
  quando a exposio ser realizada;
  o melhor lugar para expor;
  quanto tempo os cartazes ficaro expostos.
<R->
  Depois,  preciso combinar o que dizer e como falar de forma a 
convencer a Direo sobre a importncia de o trabalho da classe ser 
visto por outras turmas.
  Tudo resolvido, elejam alguns colegas para fazer o pedido.

<R+>
 Leitura ouvida

 Tatu-canastra

 Nome popular: tatu-canastra
 Nome cientfico: Priodentes 
  giganteus
 Quanto mede: 85 cm, mais 50 cm de cauda
 Onde Vive: Venezuela, Guianas, Brasil, Argentina
 O que come: insetos, cobras, carnia
<R->
<p>
  Seu professor vai ler um texto sobre o tatu-canastra. Comente com seus colegas o que achar mais interessante sobre as informaes que ouvir.

               oooooooooooo
<173>
<p>
<R+> 
 Unidade 9

 Antes da leitura
<R->

  Alguns bichos fazem suas prprias casas: o tatu, os passarinhos, a aranha...
  No poema que voc vai ler, um bicho fez um buraco para morar.

  Responda oralmente.
<R+>
 Que bichos moram em buracos?
<R->

<174>
<R+>
 Leitura 1

 y o Que bicho ser que fez o buraco?

 y O bicho chegou de noite
 no meio da escurido 
 e comeou a fazer buraco
 rap! rap! raspando o cho.

 o A noite inteira,
 rap! rap! a cavacar.
 O buraco ficou pronto
 pro bicho poder morar.
<p>
  
 (...)

 y A liblula viu o buraco
 e ficou toda animada
 foi voando bem depressa
 pra chamar a bicharada.

 y o Que bicho ser que fez o buraco?

(...)

 o E os bichos muito animados
 comeam a cavacar.
 O buraco que era pequeno
 no parava de aumentar.

 y Com a pata, o p, a boca e o bico
 o pato, o galo, o coelho e o tico-tico
 vo ciscando, cavacando,
 vo tirando a terra do cho.
 E o buraco que era pequeno 
 vai virando um buraco.
<p>
 
 o De repente, um rap... rap...
 Um barulho, um barulho,
 e um tatu com tatuzinhos
 sai do fundo do buraco.

 y O tatu ficou to triste
 sem sua casa, o coitadinho,
 que os bichos fizeram para ele
 um outro buraco igualzinho.

 y o -- Viva eu, viva tu.
 Viva o buraco do tatu.

 Angelo Machado. *Que bicho ser que fez o buraco*? Rio de 
  Janeiro, Nova Fronteira, 1996.

 Angelo Machado
<R->

  Voc sabe o que  uma liblula? Pois Angelo Machado  o maior 
especialista brasileiro no assunto e j publicou vrios trabalhos a 
respeito desse curioso inseto.
  Com seu jeitinho bem-humorado de contar histrias, esse autor tem 
agradado muito os pequenos leitores.  o caso da coleo Que bicho 
ser?, da qual fazem parte, alm do texto que voc acabou de ler, os 
livros *Que bicho ser que botou o ovo*?, *Que bicho ser que a cobra 
comeu*?, *Que bicho ser que fez a coisa*? e *Ser mesmo que  bicho*?
  Em 1994, Angelo Machado recebeu o prmio Jabuti, com o livro *O 
velho e a montanha: uma aventura amaznica*, que reflete sua 
preocupao com as espcies animais ameaadas de extino.

<176>
<R+>
Explorao oral

 1 Na sua opinio, onde se passa a histria? Como voc descobriu 
isso?
 2 Que pontuao foi usada no ttulo do poema?
 3 Qual a inteno do autor ao escolher um ttulo assim? 
 4 Na sua opinio, se o ttulo do poema fosse "O buraco do tatu", o 
interesse e a curiosidade pela leitura seriam os mesmos? Por qu?

 Outra maneira de ler
<R->

  Ensaie com seus colegas e leiam o poema conforme a legenda.
 y meninos o meninas y o todos juntos

<R+>
 Explorao escrita

 1. Conte as estrofes do texto.
<177>
 2. Escreva a que estrofe se referem as ilustraes.

_`[{ilustrao 1: Durante a noite,  um bicho comea a cavar um
   buraco;
 ilustrao 2: Uma liblula avista o buraco e volta voando animada_`]
 
 3. Responda.
 a) O que levou os bichos a cavarem o buraco?
 b) Voc acha que a curiosidade dos animais foi positiva? Por qu? 

<178>
 4. Leia e responda.

 "Com a pata, o p, a boca e o bico
 o pato, o galo, o coelho e o tico-tico
 vo ciscando, cavacando,
 vo tirando a terra do cho.
 E o buraco que era pequeno
 vai virando um buraco."

 a) Quem poderia usar a pata?
 b) E o p?
 c) E a boca?
 d) E o bico?

 5. Responda.
 a) Na sua opinio, por que a liblula no ajudou a cavar o buraco?
<179>
 b) Se o buraco no fosse a casa do tatu, de que outros bichos 
poderia ser? Escreva.

 6. Escreva quando, na sua opinio, a curiosidade : 
 a) boa
 b) ruim

 Dicas de leitura

  *A curiosidade premiada*
  Fernanda Lopes de Almeida -- Ed. tica

  *A liblula*
  Mnica de Souza e 
  Adriana Ramos -- Ed. FTD

  *Casinha de bichos*
  Hardy G. Alcoforado Filho -- Ed. Scipione
<R->

<180>
 A palavra e o contexto

 1. Leia.
  (cavacar) "E os bichos muito animados comeam a *cavacar*."
	
  Significado:  o mesmo que cavar.
  Converse com seus colegas e descubram para que os animais abaixo 
cavacam o cho. Depois, escreva.
 a) gato
 b) cachorro
 c) galinha

  No poema, o barulho de cavar foi representado por rap! rap! Escreva 
a palavra que poderia representar os sons de: 
 a) buzina
 b) gua pingando de uma torneira
 c) relgio de corda
<R+>
 2. Reescreva as frases, substituindo as palavras em destaque por um:
 a) sinnimo.

  A liblula voou *rpido*.
  Eles ouviram um *barulho*.
  O tatu ficou sem *casa*.
 b) antnimo.
  O buraco era *pequeno*.
  O tatu ficou to *triste*...
  O buraco no parava de *aumentar*.

 3. Converse com seu professor e colegas e responda. Na estrofe abaixo, o autor poderia ter escrito *os bichos* em vez de *a bicharada*. Na sua opinio, por que ele preferiu assim?
 "A liblula viu o buraco
 e ficou toda animada
 foi voando bem depressa
 pra chamar a bicharada."

 4. Destaque em cada estrofe do poema as palavras que rimam.

<182>
 Gramtica 
<R->

 1. Leia. 

  De tanto que os bichos cavaram o tal buraco, o que era um *buraco pequeno* acabou virando *um buraco grande*.

  Agora, complete as frases substituindo cada grupo de palavras em negrito por uma s palavra, de igual significado.
  
  De tanto que os bichos cavaram o tal buraco,
<R+>
 o que era um .....
 acabou virando um .....
<R->

<R+>
 2. Troque idias com seu professor e colegas e responda. As palavras que voc usou para completar os versinhos indicam a mesma coisa? Por qu?
<R->
  As palavras variam de grau para indicar o tamanho dos seres.
 buraco :> forma normal
 buraquinho :> grau diminutivo
 buraco :> grau aumentativo

<183>
 3. Leia.

  Dona Cotinha e seu Tonho adoram receber visitas. Eles so muito simpticos e tm uma maneira de falar que eu acho muito estranha.
  Hoje, logo que eu cheguei, dona Cotinha foi falando:
  -- Entre, filhinho. Nossa, outro dia mesmo era um menininho! Agora, 
vejam s, j  um rapazinho. Virgem Maria, o tempo passa to 
rapidinho! Olhe para mim, estou ficando velhinha... Mas senta nesse 
banquinho que eu vou at a cozinha e num minutinho lhe trago um 
lanchinho. Enquanto a gente bate um papinho, voc vai comendo uns 
docinhos e tomando um suquinho.
  Mas logo chegou o seu Tonho e a conversa foi bem diferente.
  -- Oi, garoto! E esse cabelo, quando vai cortar? Est fazendo um 
caloro e voc a usando esse casaco. Essa moda... Viu s meu carro 
novo? E como anda! Parece um avio! O porta-malas, precisa ver, que 
grando!
  E a conversa continuava assim...

  Agora, responda.
<R+>
 a) Voc descobriu de que maneira fala dona Cotinha?
 b) E seu Tonho?

<184>
<p>
  Destaque na fala de dona Cotinha uma palavra que termina em *inha* e no indica um diminutivo. Que outras palavras voc conhece do mesmo caso? Conte para os seus colegas.
  Destaque na fala de seu Tonho uma palavra que termina em *o* e no indica aumentativo. Que outras palavras voc conhece do mesmo caso? Conte para os seus colegas

 4. Complete a lista de compras utilizando o aumentativo ou diminutivo dessas palavras.
 latas   l tubos
 pedao  l saco
 pote    l p
 vidro   l pacotes
 garrafa l mao

 um ..... de margarina
 duas ..... de molho de tomate 
 uma ..... de leite de coco
 trs ..... de macarro
 um ..... de feijo
 um ..... de toucinho
 um ..... de alface
 um ..... de maionese
 dois ..... de creme dental
 um ..... de espinafre
<R->
  Confira com seus colegas a lista que voc completou.

<185>
<R+>
 Leitura 2

 Leia e comente com seus colegas as informaes do texto.

 Construtores da natureza
<R->

 A aranha

  A aranha *Argiope argentada*, muito comum nos jardins, escolhe com cuidado o melhor lugar para armar sua teia: entre os galhos, no mato, numa racha de parede... 
Depois, como um tcnico, trabalha seguindo um projeto bem determinado. Primeiro estende o fio, depois forma um quadrado com outros fios, depois fabrica muitos raios e sobre esses raios constri uma espiral. No final, se pe junto da teia  espera de que uma vibrao de fios d o aviso de que... o almoo est servido!

<R+>
 *Primeira enciclopdia -- Os animais dos campos e dos jardins*. So Paulo, Maltese, 1987. (Adaptado.)

<186>
 O joo-de-barro
<R->

  Nenhuma outra ave constri o ninho com tamanha segurana, perfeio e comodidade como o joo-de-barro.
  O ninho, feito de barro, palha e crina, tem dois cmodos: uma sala e um quarto; neste est a cama, feita de ervas secas, cabelos e  
<p>
penas, onde a fmea choca os seus ovos.

<R+>
 Rodolpho von Ihering. *Dicionrio dos animais do Brasil*. Braslia, Universidade, 1968. (Adaptado.)
<R->

 Arquitetos

  Os teceles so timos construtores. Dobram e tecem milhares de fibras de capim pra fazer ninhos parecidos com cestos pendurados. s vezes, dezenas de teceles vivem juntos em ninhos enormes, com muitas entradas e "cmodos".

<R+>
 Explorao escrita

 1. Responda.
 a) Na sua opinio, o ttulo est adequado ao texto? Por qu?
 b) Quais outros animais tambm podem ser considerados construtores da natureza?
<p>
 2. O joo-de-barro recebeu esse nome porque constri a sua casa com barro. Descubra e conte para os seus colegas os motivos do nome dos animais abaixo.
 a) colerinha
 b) bem-te-vi
 c) beija-flor
<R->

<188>
 Pesquise

  Assim como a maioria dos animais, o ser humano tambm precisa de moradia.
  Existem diferentes tipos de moradias. Veja alguns exemplos.
<R+>
 oca -- casa de pau-a-pique -- palafita -- barraco -- iglu -- casa flutuante.
<R->

<189>
<p>
 Produo

 1. Leia.

<R+>
 A casa de Mujim
<R->

  Mujim, o caramujo, andava devagar mesmo quando estava com pressa. Os outros bichos viviam caoando da sua vagareza, mas Mujim nem ligava:
  -- Ando devagar porque carrego minha casa nas costas. Pesa, mas vale a pena: no pago aluguel nem imposto nem hotel. Podem caoar, que a vantagem  minha. (...)

<R+>
 Tatiana Belinky. *Quem casa quer casa*. So Paulo, 
  Global, 1997.

 2. Destaque:
 a) A justificativa que Mujim deu para a sua vagareza;
 b) Como Mujim justificou ser vantajoso ter a casa nas costas.
<p>
 3. Responda oralmente. Mujim tem uma casa prpria, porttil; ele a leva aonde vai.
<R->

<190>
  Algumas pessoas fazem a mesma coisa, pois moram em *trailer*, que  
um tipo de casa adaptado  traseira de um automvel.
  Voc gostaria de morar num deles e poder viajar pelo mundo, 
carregando sua prpria casa? Por qu? Justifique a sua resposta.

<R+>
 4. Agora, imagine que voc vai se mudar de casa. Escolha uma das moradias pesquisadas pela turma ou uma das que aparecem na pgina 52 para ser seu novo lar.
<R->
  No seu caderno, ou numa folha  parte, escreva sobre essa moradia, 
 justificando a sua escolha.
  Leia a sua justificativa para que a classe possa avaliar se seus 
 argumentos foram convincentes.

<191>
<p>
<R+>
 Ortografia

 1. Descubra o que as palavras dos grupos tm em comum e acrescente mais duas em cada um deles.
 a) caminha lenhador conhecido conhecer sonho desenho canhoto
 b) charmosas chegada cheia bichos capricho cachimbo churrasco
 c) trabalhar mulher escolher cavalheiro encolhido melhores orelhudo

  Destaque de todas as palavras as letras que vm antes do *h*. 
  Responda. Que letras podem vir antes do *h*?

<192>
 2. Descubra a letra que, acrescentada a cada palavra, forma outra palavra, com outro significado, e complete as lacunas.
 vela ..... l mina .....
 bico ..... l rola .....
 mana ..... l marca .....
 bola ..... l lance .....
 sono ..... l tela .....
 galo ..... l coro .....
 ceia ..... l fica .....
 tina ..... l 
<R->

  Compare o seu trabalho com o de seus colegas. Encontraram as mesmas palavras? Que letra voc acrescentou em todas as palavras?

<R+>
 3. Escreva as palavras que seu professor ditar.
<R->

               oooooooooooo

<193>
<p>
<R+>
 Unidade 10

 Antes da leitura
<R->

  Responda oralmente.
<R+>
 a) As crianas costumam ter medo de qu?
 b) E os adultos?
 c) Voc j teve medo de alguma coisa que no o assusta mais? Qual?
 d) Muitas crianas costumam perder o sono imaginando monstros assustadores. Na sua opinio, que monstros conseguiria tirar o sono dessas crianas e o seu? Por qu?
<R->

<194>
 Leitura 1

  No texto, a personagem fala do medo que sente na hora de dormir, pois debaixo de sua cama mora o terrvel monstro Puxap. Leia o que ela conta.
<p>
 O Puxap

  Minha me balana a cabea:
  -- J no lhe disse que aqui no tem nenhum monstro? Depois me d um beijo de boa-noite e vai embora.
  Agora estou sozinha no escuro, com a cabea cheia de monstros.
  Penso no Lobisomem, na Mula-sem-cabea... Mas o pior de todos eles  o terrvel Puxap.
  (...)
  Imagino suas patas se movendo em direo  minha cama, subindo, 
 subindo, chegando mais perto, quase me tocando.
  Comeo a tremer de medo. Fico bem encolhidinha no meio da minha 
 cama. Se eu ficar assim quietinha, quietinha, estarei a salvo.
  (...)
  Eu me viro de um lado para o outro, me remexo tanto nas cobertas que fico parecendo uma enorme panqueca. Odeio ficar ali deitada, sem conseguir dormir, s pensando em monstros.
<195>
  E ento uma outra idia horrorosa me vem  cabea: estou sentindo vontade de fazer xixi.
  Tento disfarar e me convencer: "No preciso ir", mas eu SEI que preciso. Digo pra mim mesma: "Eu agento esperar at de manh", mas eu SEI que no agento.
  Procuro pensar em outra coisa, mas s me lembro de chuva, cachoeira, torneira pingando e, no fim, eu SEI que no d mais pra segurar.
  Respiro bem fundo e dou um pulo no escuro.
  Caio junto da porta. Sem fazer barulho, atravesso o corredor na ponta dos ps e fao o meu xixi.
  Ento, volto correndo, dou outro pulo fantstico e vo pelo quarto, braos abertos, como se fosse um pssaro.
  Mas erro o salto. Dou de cara no cho, fao um barulho danado, enterro a cabea no tapete e quase vou parar debaixo da cama.
<196>
  Mal tenho coragem de olhar... E se o Puxap estiver ali me espionando? A qualquer minuto, ele pode estender aquela mo escamosa e me agarrar com fora.
  (...)
  De repente, fico apavorada.
  Atrs de mim, duas mos enormes, frias e speras, me pegam pelo p.
  Elas me agarram com firmeza e me arrastam pelo cho.
  Comeo a gritar:
  -- Socorro! Mame, papai! Socorro!
  -- Mas o que  que voc est fazendo a debaixo? -- meu pai pergunta. 
  Deito-me de costas, olho para ele e fico feito uma bobona. (...)

<R+>
 Rose Impey. *O Puxap*. So Paulo, Scipione, 1994.
<R->
<p>
 Rose Impey
  
  Rose Impey nasceu num pas muito distante chamado Inglaterra e  considerada um dos grandes nomes da literatura infanto-juvenil inglesa.
  Com muita imaginao, ela cria suspense e deixa o leitor com um  friozinho na barriga... Se voc gostou da histria *Puxap*, leia tambm *A mulher de trapos, Invente um medo pra dormir* e *O homem de papel*.

<197>
<R+>
 Explorao oral

 1 Quem conta a histria?
 2 Onde se passa a histria?
 3 Do que a personagem tem medo?
 4 Quem era o terrvel monstro Puxap?
 5 Que idade voc acha que a personagem tem?
 6 Qual  a caracterstica mais evidente na personagem principal?

 Explorao escrita

 1. Escreva se a personagem principal do texto  menino ou menina.
<R->
  
  Sublinhe, no texto, palavras que confirmam a sua resposta.

<R+>
 2. Responda.
 a) Por que voc acha que o monstro recebeu esse nome?
<198>
 b) Na sua opinio, que nome teria o monstro se, em vez do p, ele puxasse:
 a mo.
 a coberta.
 o cabelo.
 c) Por que pensar em chuva, cachoeira e torneira pingando dava mais vontade de fazer xixi?
 d) Por que a palavra SEI est destacada no texto?
 e) Na sua opinio, por que a personagem se encolhia no meio da cama quando pensava no monstro Puxap?
 f) Na sua opinio, as mos do pai eram realmente enormes, frias e speras? Justifique a sua resposta.
<199>
 g) Na sua opinio, por que a personagem diz que fica feito uma bobona?
<R->
 
 3. Leia.
  "Eu me viro de um lado para o outro, me remexo tanto nas cobertas que fico parecendo uma enorme *panqueca*."
  
<R+>
  Panqueca  uma massa de farinha de trigo que se frita e se enrola com um recheio. Sabendo disso, escreva por que a menina se comparou a uma panqueca.

 4. Leia os dois ltimos pargrafos do texto e responda.
<R->
  "-- Mas o que  que voc est fazendo a debaixo? -- meu pai pergunta. 
  Deito-me de costas, olho para ele e fico feito uma bobona."

<R+>
 A quem se refere a palavra *ele*?
<R->

<200>
<R+>
 5. Leia.

 a) "Fico bem encolhidinha no meio da minha cama. Se eu ficar assim quietinha, quietinha, estarei a salvo."
<R->
  Reescreva a frase, substituindo as palavras que esto no diminutivo pela forma normal.
 b) .....
  Qual das frases expressa melhor como a menina estava?

<R+>
 6. Leia.
 a) "Deito-me de costas, olho para ele e fico feito uma bobona."
<R->
  Reescreva a frase, substituindo a palavra que est no aumentativo pela forma normal.
 b) .....
  Qual das frases expressa melhor como a menina estava se sentindo?

<201>
<p>
 7. Leia.
  
  "Imagino suas patas se movendo em direo  minha cama, subindo, subindo, chegando mais perto, quase me tocando."

  Converse com seus colegas sobre o que sentiu ao ler esse trecho e sobre a inteno da autora ao escrev-lo dessa forma.

<R+>
 8. Troque idias com seus colegas e invente uma maneira de dizer a frase abaixo com mais suspense.
<R->
  "Respiro bem fundo e dou um pulo no escuro."

<R+>
 Dicas de leitura

  *Luz na noite*
<R-> 
  Maria da Conceio Torres Garcia -- Editora L
<R+>
  *A menina que no tinha medo de nada*
<R->
  Tnio de Carvalho -- Editora Melhoramentos
  *A Coisa*
  Ruth Rocha -- Editora FTD

<202>
<R+>
 A palavra e o contexto
<R->

 1. Leia.
  (escamosa) "A qualquer minuto, ele pode estender aquela mo 
 *escamosa* e me agarrar com fora."
 
  Significado: coberta de escamas.
  Escreva o nome de dois animais que tenham o corpo coberto de 
 escamas.

 2. Leia.
  (spero) "Atrs de mim, duas mos enormes frias e *speras*, me pegam 
pelo p."

  Significados: 
<R+>
 a) que no  macio ou liso;
 b) grosseiro.
<R->
<p>
  Leia.
<R+>
 a) Rubens chamou a ateno das crianas de modo *spero*.
 b) O abacaxi e a jaca tm a casca *spera*.
<R->

<203>
<R+>
 a) Na frase *a*, a palavra *spero* quer dizer .....
 b) Na frase *b*, a palavra *spera* quer dizer .....

 3. Escreva o que quer dizer:
 a) Dei de cara no cho. 
 b) Entrei na sala e dei de cara com meu pai. 

 4. Copie do texto as frases usadas para dizer:
 a) Afundo a cabea no tapete.
 b) Dou outro pulo incrvel.
 c) A qualquer momento ele pode estender aquela mo.

<204>
 Gramtica

 1. Voc conheceu o Puxap. Agora,  a sua vez de criar um monstro 
assustador. Ele dever ser amarelo, ter o corpo peludo, cabelos 
arrepiados, olhos grandes, nariz achatado, dentes afiados, braos 
finos e compridos e pernas curtas. Depois de pronto, d um nome a ele.
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

  Compare o monstro que voc criou com o dos seus colegas. Eles so 
parecidos?

<R+>
 2. Responda. Que palavras lhe deram informaes sobre como deveria ser o monstro 
que voc desenhou?
<R->

  Essas palavras indicam algumas das caractersticas do monstro.                 

<205>
<R+>
 3. Releia parte do stimo pargrafo do texto "O Puxap" e destaque as caractersticas que encontrar.
<R->
  "De repente, fico apavorada.
  Atrs de mim duas mos enormes, frias e speras me pegam pelo p."
  
  Agora, reescreva esse trecho, substituindo as palavras destacadas 
por outras caractersticas que preferir.

  Leia o que voc escreveu para os seus colegas.

<R+>
 4. Leia o trecho de uma outra histria.
<R->

  E de dentro de cada caixa e de cada caixinha e de cada ba foram 
saindo os guardados da vov: fazendas (...), colares (...), gales 
(...), botes (...), pedrarias (...), plumas (...) e tanta, tanta 
coisa (...) que Mariana achou que o ba de vov 
<p>
Nenm mais parecia um 
ba de fada!

<R+>
 Ruth Rocha. *A Cinderela das bonecas*. So Paulo, FTD, 1992.
<R->

<206>
  Agora, imagine como so as bugigangas do ba e, junto com seus 
colegas, complete o texto escrevendo apenas uma palavra em cada 
lacuna.

  E de dentro de cada caixa e de cada caixinha e de cada ba foram 
saindo os guardados da vov: fazendas ..... e ....., colares ....., 
gales ....., botes ....., pedrarias ....., plumas ....., e tanta, 
tanta coisa ... que Mariana achou que o ba de vov Nenm mais parecia 
um ba de fada!

<207>
<p>
<R+>
 Leitura 2

 Quem tem medo de qu?

 No tenho medo do pai,
 Nem da me e nem do irmo.
 Mas eu tenho muito medo
 Do barulho do trovo!

 Do trovo? Mas que bobagem!
 Que medo mais infantil!
 Quando o trovo faz barulho
 O raio at j caiu...

 (...)

 Sabe do que eu tenho medo?
 Que me di o corao?
 At me arrepia a espinha...
 Tenho medo... de injeo!

 (...)

 Pelo que eu vejo, pessoal,
 Ter medo no  vergonha.
<p>
 Todo mundo tem um medo,
 Que a gente nem mesmo sonha.

 Ruth Rocha. *Quem tem medo de qu*? Rio de Janeiro, Rio Grfica, 1986.

<208>
 Outra maneira de ler
<R->

  Numere as estrofes do poema. Os meninos devero ler as estrofes 
pares e as meninas, as mpares. O poema poder ser lido novamente, 
invertendo a ordem.

<R+>
 Explorao escrita

 1. Destaque do poema as palavras que rimam.
 2. Agora, faa novas rimas para as palavras.
 Trovo, ....., ..... ver-
  gonha, ....., ..... 
 caiu, ....., ..... 
  medo, ....., ..... 
 espinha, ....., ..... baru-
  lho, ....., .....

 3. Responda.
 a) Que medo voc acha que  comum as crianas sentirem?
 b) E os adultos? 
<209>
 c) Voc j teve algum medo que hoje no tem mais? Qual?
<R->

<R+>
 Leitura comparada

 1. Responda. Voc gostou mais do texto "O Puxap" ou do poema "Quem tem medo de 
qu?"? Por qu?
 2. Converse com seus colegas sobre as diferenas e semelhanas entre 
os dois textos e escreva: 
 a) uma semelhana. 
 b) duas diferenas. 

 Leitura ouvida
<R->
  
  Seu professor vai ler o texto "A Coisa".  Feche os olhos e tente imaginar os fatos da histria.

<210>
<p>
<R+>
 Produo

 1. Imagine como  A Coisa.
 2. Escreva o final da histria no rascunho. Observe se voc contou o 
que era A Coisa e explicou por que as pessoas se assustaram com ela. Antes de passar seu texto a limpo, mostre-o para o professor.
 3. Elejam alguns colegas para lerem suas histrias. A classe 
escolher o final mais inesperado.
<R->

<211>
<R+>
 Ortografia

 1. Leia e escreva palavras em que o *r* aparea como no nome dos bichos.

 Quem tem medo de...
 
 rato?
 barata?
 cigarra?

 2. Complete as palavras.
 p...r c...r... f...r... d...r... b...rr... t...rr... g...rr... m...rr...
<R->

  Responda.
<R+>
 a) Como se chamam as letras que voc usou para completar as palavras?
 b) Entre vogais, a letra *r* tem som fraco. Se quisermos o *r* forte 
entre vogais, o que devemos fazer?

<212>
 3. Descubra o segredo e transforme as palavras.
 Coluna 1 l Coluna 2
 aranha     l .....
 .....      l morro
 caro       l .....
 encera     l .....
 .....      l arreia
 .....      l carreta
 fera       l ..... 
 tora       l .....
<R->
<p>
  Responda oralmente.
<R+>
 a) As palavras escritas na Coluna 1 so as mesmas escritas 
na coluna 2?
 b) E qual letra foi responsvel por isso?

 4. Leia, observe as palavras que esto destacadas no texto e depois 
responda. O que aconteceu com os erres na separao de slabas?

<213>
 Manual da Perua
 
 Como se transformar numa legtima "perua"!
<R->

  As roupas devem ter cores *ber-
 rantes* e muitos enfeites fofinhos.
  Roupa simples no tem graa.
  Ande pela rua como se ela fosse uma
grande passarela. Sinta-se poderosa,
absoluta, necessria, *ir-re-sis-t-vel*!

  Enfim... chame o mximo de ateno, mesmo que, para isso, seja necessrio algum sacrifcio.

<R+>
 Ziraldo. *Revista do Menino Maluquinho*, n.o 10. So Paulo, Abril Jovem.
<R->

<214>
<R+>
 5. Acrescente a mesma letra em todas as palavras e forme outras.
 pena -- ..... cata -- .....
 foca -- ..... copo -- .....

 6. Escreva palavras com slabas terminadas em:
 mar ..... 
 gar .....
 der .....
 dir .....
 dar .....
 tir .....

 A situao  a seguinte
<R->

  Para mostrar que so corajosos, voc e seus amigos combinam entrar 
num moinho abandonado.
  Na hora marcada, vocs chegam ao local e percebem que o tal moinho 
j est bem velho, sujo e entregue a baratas, ratos e quem sabe... 
at morcegos! S de olhar d arrepios!!
  Seus amigos chamam para comear a grande aventura.

<215>
 A questo 

  Voc desiste ou segue em frente?
  Eu ..... porque ..... Alm disso, .....

  Leia sua resposta para a classe e oua as respostas dos colegas.

               oooooooooooo
<216>
<p>
<R+>
 Unidade 11

 Antes da leitura
<R->

  Responda oralmente.
<R+>
 a) Voc gosta do Natal? 
 b) Na sua casa, o Natal  comemorado?
 c) Muitas crianas, quando sentem que o Natal est chegando, ficam 
pensando em Papai Noel e em presentes. E voc, em que pensa?
 d) Para voc o que no pode faltar nessa data?

<217>
 Leitura 1 

 Queremos Natal com Papai Noel!
<R->

  Ah, como a Lola, a Cac, o Lauro e o Lus adoravam a poca do 
Natal! Eles sempre tinham mil coisas interessantes a fazer naqueles 
dias -- ir ao centro da cidade com a me para olhar as vitrines e 
conversar com Papai Noel, passear de carro  noite, curtindo as 
rvores com luzes coloridas, fazer a lista dos presentes, espiar pelo 
buraco da fechadura o pai e a me enfeitando o pinheirinho l na sala 
de visitas. E depois, o melhor de tudo -- esperar a chegada do Papai 
Noel na noite de Natal.
  As crianas eram sempre as primeiras a se aprontar para a festa. 
Todos os anos, assim que a v e os tios chegavam, o pai abria a porta 
da sala e os quatro corriam pra ver a arrumao do pinheirinho. 
Depois, ouvia-se, ao longe, um som de guizos e, em seguida, l estava 
o Papai Noel, parado na entrada da sala, com o saco de presentes s 
costas.
<218>
  Por isso, naquele ano, as crianas estranharam ao ver o grande saco 
vermelho ao lado do pinheirinho. E ficaram mais admiradas ainda 
quando o pai perguntou:
  -- Como , vamos ver os presentes?
  -- Mas a gente no vai esperar o Papai Noel? -- exclamou Cac muito 
aflita.
  O pai, a me, a v, tio Joca e tia Jlia se olharam surpresos, e a 
me falou:
  -- Vocs j esto bem grandes... o Papai Noel, com certeza, pensou 
que no precisava mais vir aqui em casa...
  Que banho de gua fria! As crianas ficaram murchinhas, murchinhas. 
Ento o pai, a me, a v e os tios, mais que depressa, comearam a 
entregar os presentes pra ver se aliviavam tamanha decepo. Lola, 
Cac, Lauro e Lus ganharam tanta coisa bonita que at esqueceram, um 
pouco, a ausncia do Papai Noel.
  No entanto, todo mundo sentia que estava faltando alguma coisa no 
Natal daquele ano...
  E, quando foi chegando, de novo, perto do Natal, Lola contou aos 
irmos que andava com uma idia incrvel tinindo na cabea:
<219>
  -- O que vocs acham de a gente mesmo se vestir de Papai Noel, este 
ano?
  Primeiro, os irmos ficaram admiradssimos com a proposta e at com 
um pouco de medo. Ser que o Papai Noel no ia achar aquilo um 
desaforo? Mas, em seguida, comearam a gostar da idia e logo, logo 
estavam perguntando como  que iam fazer as roupas, se nenhum deles 
sabia costurar. Lola, que j estava com o plano todinho organizado, 
foi explicando:
  -- A gente faz as roupas de papel crepom. Corta como se fosse roupa 
de boneca e depois cola.
  -- E a barba? -- quiseram saber os irmos.
  -- A barba, o bigode e as sobrancelhas podem ser de algodo. Agora 
tem uma coisa... -- avisou Lola. -- Vamos ter de esvaziar os nossos 
cofrinhos pra comprar o material...
  Eles acharam que valia a pena. Pegaram suas economias e saram. 
Voltaram pra casa cheios de pacotes, com as caras vermelhas e os 
olhos brilhando. Guardaram tudo no quarto do Lauro e do Lus que 
tinha virado "Oficina do Papai Noel".
<220>
  Disseram pro pai e pra me que era proibido entrar no quarto dos 
guris at o dia de Natal e ainda colocaram um aviso bem grande na 
porta do quarto.
  Os quatro passaram o resto da semana trancados na oficina, 
trabalhando como loucos. Foi uma barra fazer as tais roupas. Eles 
chegaram a ter medo de no apront-las para a hora da festa.
  Felizmente, no dia 24,  noitinha, eles estavam colando as mangas 
da ltima tnica. A cola ainda no estava bem seca, quando o pai e a 
me bateram na porta:
  -- Como , j se vestiram pra festa?
  -- Ainda no...
  -- Ento apurem... -- avisou o pai. -- Temos uma surpresa pra vocs...
  -- OB!!!
  -- Quando a campainha tocar, abram a porta pra v e pros tios, sim? -- pediu a me.
  -- T...
  A casa ficou em silncio um bom tempo.
  De repente, TRIIINNN!!! TRIN! TRIN! 
 TRRRRRRIIIIIINNNNNN!!!
<221>
  -- A v e os tios! -- gritaram as crianas e saram correndo pra 
entrada da casa, imaginando a cara dos visitantes quando eles 
aparecessem.
  L no saguo, os quatro pararam um ao lado do outro, e Lola abriu a 
porta de supeto, pra surpresa da v e dos tios ser bem grande. Mas 
no foram s os de fora que saltaram pra trs quando a porta se abriu.
<p>
<R+>
_`[{uma ilustrao mostra a v, os tios e as crianas, todos vestidos de Papai Noel_`]

 Ana Maria Bohrer. *Queremos Natal com Papai Noel*! So Paulo, tica, 
1991.

 Ana Maria Bohrer
<R->

  Ana Maria Bohrer  autora de livros infantis h mais de 20 anos. 
J escreveu *T faltando um dedo, A menina de sol e areia, O bolo, A 
menina aucarada* e tantos outros.
  Essa gacha de Porto Alegre foi professora durante muitos anos. 
Como  casada com um diplomata, viaja pelo mundo todo. Atualmente, 
mora bem longe, na Arglia.
  Tem prazer em criar histrias e recebeu alguns prmios, como o de 
Literatura Joo de Barro, pela obra *Memrias de uma gatinha 
impressora*.

<222>
<R+>
 Explorao oral

 1 O ttulo est adequado ao texto?
 2 Por que a autora usou, no ttulo, o ponto de exclamao? 
 3 De acordo com o que voc leu, que caractersticas podem ser 
atribudas s crianas? 

 Explorao escrita

 1. Conte os pargrafos do texto.
 2. Numere as frases de acordo com a seqncia da histria.
 ( ) As crianas aceitam e trabalham a idia de Lola.
 ( ) Sem a presena de Papai Noel, o Natal no foi o mesmo.
 ( ) As crianas fazem uma surpresa e so surpreendidas tambm.
 ( ) Papai Noel fazia parte da festa de Natal.
 ( ) Lola teve uma idia genial.

<223>
<p>
 3. Troque idias com seus colegas e responda. Quanto tempo se passou entre a decepo das crianas pela ausncia 
do Papai Noel e a idia de Lola, no pargrafo 10?
 
 4. Responda.
 a) A ltima ilustrao  importante no texto? Por qu?
 b) Voc achou o final da histria inesperado? Por qu?

 5. Imagine se o final da histria fosse assim:
<R->

  L no saguo, os quatro pararam um ao lado do outro, e
Lola abriu a porta de supeto, pra surpresa da v e dos tios ser bem 
grande. E foi o que aconteceu. Todos ficaram admirados com a idia 
das crianas. Naquele ano, o Natal foi mais divertido com a presena 
dos pequenos papais nois.

<224>
  Agora, responda. Para voc, qual  o melhor final? Justifique a sua resposta.

 6. Leia.
  "-- Como , j se vestiram pra festa?
  -- Ainda no...
  -- Ento apurem... -- avisou o pai. -- Temos uma surpresa pra vocs...
  -- OB!!!
  -- Quando a campainha tocar, abram a porta pra v e pros tios, sim? -- 
pediu a me.
  -- T..."

<R+>
 Explique por que as palavras abaixo foram escritas com todas as 
letras maisculas.
<R->
  OB!!! T...

<225>
<R+>
 A palavra e o contexto
<R->

 1. Leia.
  (apurar) "-- Como , j se vestiram pra festa? 
  -- Ainda no... 
  Ento *apurem*... -- avisou o pai."
  
  Significados:
<R+>
 a) apressar;
 b) entrar em alguma dificuldade: apertar-se;
 c) contar;
 d) verificar.
<R->
  Com que significado a palavra apurar foi usada no texto?

<R+>
 2. Troque idias com seus colegas para descobrir o significado das 
expresses.
<R->
  Que banho de gua fria!
  Trabalhando como loucos.

<R+>
 Dicas de leitura
<R->

<R+>
  *Quando eu comecei a crescer*
  Ruth Rocha -- Editora tica

  *O velhinho entalado na chamin*
  Pedro Bandeira -- Editora FTD
<p>
  *O Natal de Manuel*
  Ana Maria Machado -- Editora Nova Fronteira
<R->

<226>
 Produo

<R+>
 1. Os avisos so formas de comunicao teis, comuns no dia-
  -a-dia. 
Observe alguns exemplos e responda oralmente s questes do seu 
professor.

 Amanh estaremos limpando as caixas d`gua.
 Haver corte no abastecimento das 8 s 16 horas.

 No d comida aos animais e no jogue lixo nas jaulas.
 Os animais agradecem.

 Fechado para reforma
 estamos atendendo na sala 331

 Prezado cliente
 Devido  grande procura pelas mercadorias em oferta, a liquidao permanecer at 6 feira.
 J esto abertas as inscries para a
 Gincana Ecolgica
 Informaes na secretaria

 Elevador em manuteno.
 Favor usar o elevador de servio.

 Desculpe o transtorno.
 Estamos em obras para melhor servi-lo.
<R->

<227>
  Agora, registre o que voc aprendeu sobre o que  um aviso.
  
<R+>
 2. Leia um trecho da histria "Queremos Natal com Papai Noel!"
<R->
  "Disseram pro pai e pra me que era proibido entrar no quarto dos 
guris at o dia de Natal e ainda colocaram um aviso bem grande na 
porta do quarto."
  Imagine e escreva o aviso que as crianas colocaram na porta do 
quarto.
  Compare o seu aviso com o de seus colegas.

<R+>
<228>
 3. Seu professor vai dividir a classe em grupos e distribuir, por 
sorteio, uma das fichas abaixo para cada equipe formada.
 Grupo 1: escola
 Grupo 2: Jardim Zoolgico
 Grupo 3: ruas e estradas
 Grupo 4: clube
 Grupo 5: supermercado
<R->

  Troque idias com seus colegas sobre os tipos de avisos que podem 
ser encontrados no local sorteado.
  Faam, no rascunho, dois avisos e verifiquem com seu professor se 
esto adequados. Antes de pass-los a limpo e exp-los no mural da 
classe, procurem se organizar escolhendo o tipo de letra e as cores 
que usaro. Combinem tambm se os avisos sero ou no ilustrados.

<229>
<p>
<R+>
 Leitura 2

 Feliz Navidad -- Mxico
 Zalig Kerstfeest -- Blgica
 Gledelig Jul -- Noruega
 Srozhdestvom Khristovym -- 
  Rssia
 Buon Natale -- Itlia
 Blijde Kerstdagen -- Pases Baixos
 Merry Christmas -- E.U.A e Canad
 Froehliche Weihnachten -- 
  Alemanha
 Boas Festas -- Portugal e Brasil
 Joyeux Nel -- Frana
 Shengtan Kuai Loh -- China

 Explorao oral
<R->

<R+>
 1 Voc conseguiria identificar qual  o cumprimento do nosso pas se 
ao lado de Boas Festas no estivesse escrito o nome Brasil?
 2 Que outro cumprimento  comum ouvir no Natal? 
<R+>
 3 O que voc acha que est escrito nas mensagens dos outros pases? Como descobriu?
<R->

<230>
<R+>
 Leitura 3

_`[{foto de uma rvore de Natal enfeitada, e fotos menores de pendentes variados_`]
<R->

<F->
!::::::::::::::::::::::
l  rvores de Natal  _
l  Preos a partir de _
l  R$5,00 cada       _
h::::::::::::::::::::::j
<F+>

<F->
!:::::::::::::::::::::::
l  Pendentes diversos  _
l  R$2,00 cada        _
h:::::::::::::::::::::::j
<F+>
<R->

<R+>
 Explorao escrita

 1. Responda.
 a) Que tipo de texto  esse?
 b) Para que serve esse tipo de texto?
 c) Onde normalmente  encontrado?
 d) Que produtos ele est anunciando?
 e) O que mais chamou a sua ateno no anncio?
 f) Todas as rvores de Natal custam R$5,00? 
 g) O que est escrito no anncio que confirma a sua resposta?

 2. Resolva.
 a) Quanto voc gastaria para comprar:
  a rvore de Natal mais barata e um pendente?
<232>
  a rvore de Natal mais barata e dois pendentes?
  dois pendentes?

 b) Imagine que voc tinha 
R$10,00 e comprou a rvore de Natal mais 
barata e um pendente. Quanto sobrou de troco?
 c) Invente um problema para a resposta abaixo.
<p>
Sentena matemtica
 R$2,00+R$2,00+R$2,00=
  =R$6,00

<F->
 Clculos
   R$2,00
  +R$2,00
  +R$2,00 
  ----------
   R$6,00
<F+>

 Resposta: *Paulo gastou R$6,00*.
<R->

<233>
 Gramtica

<R+>
 1. Descubra quem est falando e escreva *um menino* ou *uma menina*.
<R->

  Eu gosto muito de brincar. Sou tima no jogo de bafo de figurinhas. 
Dizem que sou rpida e esperta. Tenho mais de 100 figurinhas na minha 
coleo .....
  O que eu mais gosto de fazer  brincar de jogar basquete. 
  Dizem que sou muito bom. Fico irritado quando no fao uma cesta. O meu sonho  
ser jogador da Seleo .....

<234>
<R+>
 2. Troque idias com seu professor e colegas e responda oralmente. O que, em cada texto, ajudou a identificar que a fala era de um 
menino ou de uma menina?

 3. Leia as palavras. Converse com seu professor e colegas e descubra 
qual  a diferena entre essas palavras.
 menino -- menina
<R->
  
  Agora, registre as concluses do grupo.

<R+>
 4. Descubra o segredo e complete.
 pato -- .....
 ..... -- tia
 ..... -- macaca
 filho -- .....
 ..... -- aluna
 neto  -- .....
 porco -- .....
 ..... -- amiga
 vizinho -- .....
 sogro -- .....
 ..... -- mdica
 ..... -- sobrinha
<R-> 
  
  Compare o seu trabalho com o de um colega. Vocs completaram com as 
mesmas palavras?

<235>
<R+>
 5. As palavras tambm podem ser masculinas ou femininas quando se 
referem a animais ou objetos. Junto com seus colegas, descubra se as palavras abaixo so masculinas 
ou femininas e complete conforme a legenda.
 Amarelo: palavras masculinas
 Verde: palavras femininas
 alicate .....
 jarros .....
 arara .....
 picols .....
 estante .....
 armrio .....
 grampeador .....
 televiso .....
 tigre .....
 sandlia .....
<R->

  Registre o que voc e seus colegas fizeram para descobrir se as 
palavras eram masculinas ou femininas.

<R+>
 6. Complete as frases com palavras femininas ou masculinas.
 a) A chuva molhou a ..... e o ..... do varal.
 b) Eu vi uma ..... e um ..... no jardim.
<236>
 c) Tirei o ..... e a ..... da lancheira.
 d) Moo, eu quero um ....., uma ..... e um .....
 e) A ..... e a ..... esto to apertadas!
 f) Algum viu a ..... e o .....?
 g) Coloque o ..... e a ..... na salada.
 h) Fiz um ..... e uma ..... com material de sucata.
<p>
 i) O convite indicava a ..... e o ...... da festa de aniversrio da Lina.
<R->

<R+>
<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::
l  De modo geral, para        _
l  passar um substantivo       _
l  masculino para o feminino,  _
l  troca-se *o* por *a*. Mas  _
l  existem tambm outros       _
l  modos de formar o feminino  _
h::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>
<R->

<237>
<R+>
 7. Observe as capas dos livros e passe os ttulos para o feminino. 
 *Papai, Vov e Eu*
 *O Boi da Cara Branca*
 *O Cavalo Transparente*
 *O Homem Mais Rico do Mundo*
 *Os Trs Porquinhos*
 *Irmos Imaginrio*

<238>
<p>
 Ortografia

 1. Escreva as palavras que seu professor ditar no lugar adequado.
 a) Consoante + l
 b) Consoante + r

 2. Complete as frases com as palavras.
 a) (banco branco) Meu av gosta de ficar sentado no .....
  pintado de ..... l na praa.
 b) (fio frio) Eu vi um pardal encolhido no ..... Parecia que estava com .....
 c) (boa broa) Como  ..... essa ..... de milho!
<239>
 d) (pato prato) O ..... principal do jantar  ..... com laranja.
 e) (for flor) Quando Andr ..... ao jardim, vai trazer uma ..... para mim.
 f) (cima clima) L em ..... da montanha, o .....  mais fresquinho.
 g) (pano plano) Para este ano mame tem um .....: trocar o ..... do sof.
 h) (caro claro) ..... que no levarei esse estojo. Eu o achei muito .....

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

Fim da Obra
<t->
<p>
<p>
<F->
HINO NACIONAL

Letra: Joaquim Osrio Duque
  Estrada
Msica: Francisco Manoel da
  Silva 

Ouviram do Ipiranga s margens
  plcidas
De um povo herico o brado
  retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios
  flgidos,
Brilhou no cu da Ptria nesse
  instante. 

Se o penhor dessa igualdade 
Conseguimos conquistar com brao
  forte,
Em teu seio,  Liberdade, 
Desafia o nosso peito a prpria
  morte! 

 Ptria amada,
Idolatrada, 
Salve! Salve! 
<p>
Brasil, um sonho intenso, um raio
  vvido
De amor e de esperana  terra
  desce, 
Se em teu formoso cu, risonho e
  lmpido,
A imagem do Cruzeiro resplande-
  ce. 

Gigante pela prpria natureza, 
s belo, s forte, impvido co-
  losso, 
E o teu futuro espelha essa gran-
  deza. 

Terra adorada, 
Entre outras mil
s tu, Brasil, 
 Ptria amada! 

Dos filhos deste solo s me
  gentil,
Ptria amada,
Brasil! 

<P>
Deitado eternamente em bero
  esplndido,
Ao som do mar e  luz do cu
  profundo,
Fulguras,  Brasil, floro da
  Amrica,
Iluminado ao sol do Novo
  Mundo! 

Do que a terra mais garrida 
Teus risonhos, lindos campos tm
  mais flores;
{Nossos bosques tm mais vida,}
{Nossa vida} no teu seio {mais
  amores}.

 Ptria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve! 

Brasil, de amor eterno seja
  smbolo
O lbaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta
  flmula
-- Paz no futuro e glria no
  passado.

Mas, se ergues da justia a clava
  forte,
Vers que um filho teu no foge 
  luta,
Nem teme, quem te adora, a pr-
  pria morte.

Terra adorada,
Entre outras mil,
s tu, Brasil,
 Ptria amada!

Dos filhos deste solo s me
  gentil,
Ptria amada,
Brasil!
<F+>

